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4.2 Litre V8. Ex Jackie Stewart. Driven here by Paul Stewart.
A Digital Collection About Fancy Cars
30 Jun, 2009 No Comments
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4.2 Litre V8. Ex Jackie Stewart. Driven here by Paul Stewart.
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3 Litre Flat 6. Driven here by John Watson. The 962 won the 1987 Le Mans (this car was 4th).
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Museu do Automóvel - Parque Barigüi - Curitiba - Paraná
Fundado em 1969, o Museu do Automóvel de Curitiba funcionou inicialmente no Bairro do Parolin. Em 1973 mudou sua sede para o Parque Barigüi. São dezenas de veÃculos antigos, antiguidades mecânicas e uma biblioteca especializada em automóveis.
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Ford T Sport Runabout
4 cilindros
20HP
1926
Ford Modelo T, conhecido no Brasil como Ford de Bigode, foi o produto da fábrica estadunidense que popularizou o automóvel e revolucionou a indústria automobilÃstica. Vigésimo projeto da marca, a partir de 1903, foi produzido por 19 anos entre os anos de 1908 e 1927.
Em 1 outubro de 1908, a Ford lança no mercado dos Estados Unidos, o seu Modelo T, um veÃculo confiável, robusto, seguro, simples de dirigir e principalmente barato.
Qualquer um era capaz de dirigi-lo ou consertá-lo, sem precisar de motorista ou mecânico. Como dirÃamos hoje em dia, numa expressão atualmente em voga, era um produto user-friendly(amigo do usuário).
A fabricação desse modelo ganharia notável incremento a partir de 1913, quando Henry Ford, inspirado nos processos produtivos dos revólveres Colt e das máquinas de costura Singer, implanta a linha de montagem e a produção em série, revolucionando a indústria automobilÃstica. O T era o primeiro carro projetado para a manufatura,
Pode-se afirmar com segurança que a indústria automobilÃstica começou a partir deste momento, pois, até então, fabricado artesanalmente, o automóvel ainda era visto com desconfiança pelos americanos. Não passava de um brinquedo barulhento, perigoso e caro.
Com estas inovações, em vez de um operário ficar responsável pela produção de todas as etapas de um carro, várias pessoas ficavam responsáveis pela produção de etapas distintas de vários carros. Henry Ford criou um engenhoso sistema de esteira, que movimentava o carro em produção em frente aos operários, para que cada um executasse a sua etapa. Isto aumentou em muito a produtividade, pois um carro ficava pronto a cada minuto.
Em conseqüência, o custo de cada unidade caiu em relação aos concorrentes existentes no mercado. E a queda de preço foi constante: em 1908, ano de seu lançamento, a unidade custava US$ 850;; em 1927, último ano de sua fabricação, o preço havia despencado para US$ 290.
Por estas razões, o T conquistou o público americano e de outros paÃses. Em 1914 é iniciada sua fabricação na Argentina. Em 1917, é lançado o caminhão Modelo TT. Em 1919, a Ford se torna o primeiro fabricante de automóveis no Brasil, com a produção do carro e do caminhão dessa linha. Em 1920, mais da metade dos veÃculos que circulavam ao redor do mundo eram modelos T e podiam ser vistos até em paÃses distantes como Turquia e Etiópia.
Durante a Primeira Guerra Mundial, o Modelo T foi empregado amplamente, até mesmo como ambulância, e correspondeu nas condições mais adversas.
A produção do Modelo T foi mantida até 1927. Alguns meses depois de realizar uma cerimônia para apresentação do carro nº15 milhões, Henry Ford concluiu que era hora de o Modelo T ceder o lugar a uma nova geração de produtos. O recorde de quase vinte anos de produção e mais de quinze milhões de unidades produzidas, só foi superado em 1972.
Como parte das comemorações de seu centenário, em 2003, a Ford restaurou seis unidades do Modelo T. A versão de 2003, denominada Modelo T-100, foi fabricada totalmente à mão, sendo idêntica à original de 1914.
Até 1914, o T foi fabricado em uma série de cores de acordo com a preferência dos consumidores. Em 1915, para cortar custos, o T passou a ser produzido exclusivamente na cor preta, situação que perdurou até 1926. Desta época, ficou célebre uma das muitas controvertidas frases de Henry Ford: “O carro é disponÃvel em qualquer cor, contanto que seja preto.”. O objetivo de Henry Ford era um carro que qualquer um pudesse comprar, o seu preço era baixo, fator que aumentou a demanda. Enquanto isso, no departamento de pintura da Ford não havia lugar para a secagem de tantos automóveis fabricados, a solução foi adotar a cor preta por possuir uma secagem mais rápida.
Os bancos estofados forrados de veludo, não tinham regulagem alguma. Há versões com forrações mais simples (tecido, couro) que se adequavam à s varias carroçarias que a linha T possuia (picapes, camionetes, cupês e sedãs). Primeiro carro da Ford com volante no lado esquerdo. Era considerado leve em relação a outros modelos. Como no câmbio, a redução se fazia por meio de uma engrenagem epicicloidal, No painel, amperÃmetro e hodômetro. Em vez de uma caixa tradicional com engrenagens cilÃndricas que eram ruidosas e se desgastavam, o T adotava engrenagens epicicloidais (como as das transmissões automáticas), em que suas duas marchas para a frente e uma à ré eram selecionadas por meio de pedais. Porém, para funcionar, o freio de mão deveria estar na posição correta.
Ainda não era um pedal, mas uma alavanca junto ao volante, que formava par com outra, para ajustar o avanço de ignição. As duas alavancas, opostas, formavam a figura de um bigode, o que levou o T a ser chamado, no Brasil, de Ford de Bigode. Quando o nome pegou, os modelos fabricados no Brasil passaram a mostrar, no ornamento do capô, a figura de um bigode, abaixo do logotipo da Ford, como se vê nesta foto.
Exceto em alguns perÃodos e para alguns modelos, faróis e buzinas eram oferecidos como opcionais, mediante pagamento adicional. O farol auxiliar do motorista, elétrico, com controle interno, muito útil numa época de má iluminação pública, sempre foi oferecido como opcional.
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Gostei bastante do Museu de Curitiba… boa variedade e carros muito bonitos, bem cuidados. A ressalva fica por conta da iluminação ruim em vários lugares. Não creio ter havido preocupação do lugar com esse aspecto. Pelo menos não na época da minha ida.
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